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January 16, 2026 Sem categoria 0 Comment

Para Inês Silva, “estas campanhas têm poder para mudar mentalidades e gerar impacto positivo”. Porque o Natal é uma maratona com vários picos, Daniela Lourenço, da Manpower, fala sobre a gestão de talento numa época crítica para retalho e logística. Como media partner, o Hipersuper esteve no certame, que contou com a participação de várias empresas portuguesas. Na última milha, a Delivery Express prepara-se para o período mais exigente do ano com a ambição de chegar aos 18 distritos em dois anos, como explica o CEO Francisco Castanheira. Ainda sobre inovação e IA, ouvimos Ângela Pereira, brand manager da AEG Portugal, sobre a Futura, a nova face da comunicação da marca, que promete integrar o físico e o digital no ponto de venda. Da indústria para a academia, damos destaque à Licenciatura Executiva em Gestão Comercial e de Retalho da Católica-Lisbon, uma formação pioneira 100% online criada para profissionais do setor sem diploma universitário.

Apesar de ter durado pouco, ela fez com que houvesse um grande replantio, favorecendo a Cabernet Sauvignon em detrimento da Merlot na região. A vinda da família real portuguesa para o Brasil, fugindo do ataque de Napoleão na Europa, fez com que o veto à produção de vinho fosse derrubado por Dom João VI e, mais do que isso, inaugurou uma nova era de muitos eventos sociais em que o vinho sempre estava presente. As primeiras vinhas sul-africanas surgiram em 1654, compradas por Johan van Riebeeck.

Tendências atuais e o futuro da produção de vinho

  • Isso gerou uma das maiores celeumas na indústria, mas culminou na união de todos os setores em prol do vinho, com a revogação do pedido em outubro.
  • O Hipersuper falou com Miguel Anjos, gestor da LogiPack, para perceber as motivações, objetivos e ambições deste novo evento profissional, promovido pela Fundação AIP, que pretende posicionar Lisboa como palco estratégico da inovação nos sectores da embalagem e da logística.
  • Diferentemente do costume da época, a garrafa era de cristal transparente (daí o nome).
  • Apesar do sucesso da efervescência do Champagne, Pérignon, na verdade, queria evitar as borbulhas.

Através do vinho, temos um vislumbre das práticas religiosas, dos comportamentos sociais, das crises económicas e das inovações que caracterizaram diferentes períodos da história. Enquanto bebida, ele é um convite à união, à celebração e ao apreço pelas boas coisas da vida. As guerras mundiais do século XX trouxeram consigo devastação e desafios econômicos que repercutiram em todas as indústrias, inclusive na vinícola. O conflito resultou na perda de mão-de-obra, destruição de vinícolas e interrupção das rotas comerciais, afetando a produção e o comércio de vinho. Durante a Idade Média, a produção de vinho caiu quase inteiramente nas mãos da Igreja, com os mosteiros desempenhando um papel vital no desenvolvimento da vinicultura.

O presidente do conselho da concessionária Nova Rota do Oeste, ex-senador Cidinho Santos, divulgou nas redes sociais o momento da detonação de rochas na descida da Serra de São Vicente, na BR-364. A ação faz parte das obras para implantação da primeira área de escape de Mato Grosso, considerada estratégica para a segurança viária no estado. O brechó funciona diariamente em frente à sede e podem ser doados roupas, calçados, brinquedos e acessórios, desde que estejam em bom estado de conservação.

Por que o Toyota Corolla é o sedã médio mais vendido do Brasil há 12 anos

Nas últimas duas décadas, o vinho rosé registou um crescimento significativo, tanto em termos de procura como de oferta, a nível mundial. No início do século, os vinhos rosés representavam 6-7% da produção mundial, enquanto nos últimos anos ultrapassaram em média os 8%. Simples, vivemos tempos de “fast & furious” e obviamente os tranquilos não tem “torque” para que um percentual destas gerações assim o sintam e aqui não existe Maxx Select espaço para sustentabilidade.

Vinhos Sustentáveis e Orgânicos: O Que São e Por Que…

A classificação de vinhos por qualidade e região, técnicas de poda e aprimoramento de barris para transporte e armazenamento são exemplos do legado romano. Com o passar dos séculos, estas práticas evoluíram e se diversificaram, permitindo que diferentes culturas desenvolvessem suas próprias tradições e perfis de vinho. As primeiras evidências arqueológicas de vinificação vêm da região da Geórgia, no Cáucaso, onde foram encontrados vestígios de vinhos que datam de aproximadamente 7.000 a 5.000 a.C. Esses vinhos eram produzidos a partir de uvas cultivadas localmente, e o processo de fermentação provavelmente ocorreu de maneira natural em recipientes de barro chamados “qvevri”. Em 1995, o vinho australiano Penfolds Grange da safra 1990 foi eleito o melhor vinho do ano.

Tatiana Fokina, CEO da loja Hedonism Wines, em Londres, conhecida por uma seleção de rótulos raros, afirmou que percebeu mudanças significativas no comportamento dos consumidores desde a inauguração da loja, em 2012. Segundo ela, há um interesse crescente em conhecer o processo de produção e a origem dos vinhos consumidos. O consumo global de vinho caiu nos últimos anos, e a indústria precisou se adaptar. Os consumidores foram atingidos pelas campanhas sobre saúde e pela alta de preços, e isso mudou alguns hábitos.

Nesta edição pode ler sobre o  trabalho contínuo, de compromisso social, que as insígnias do retalho alimentar realizam ao longo do ano, e não apenas no Natal. Continente, Lidl, Pingo Doce, Auchan, Aldi, Mercadona e Grupo Mosqueteiros lideram um trabalho social de grande impacto nas comunidades locais, através de programas, parcerias e ações que reforçam a proximidade com quem mais precisa. Em destaque, o trabalho social de grande impacto do retalho alimentar nas comunidades locais, através de programas, parcerias e ações que reforçam a proximidade com quem mais precisa. Carlos Pereira, CEO da Puxe Negócios, alerta para o atraso das empresas na aplicação da Diretiva Europeia da Acessibilidade, sublinhando que muitas organizações continuam a limitar o acesso de pessoas com incapacidades aos seus websites e aos canais de compra online. Há poucos dias, Ezekiel J. Emanuel, que é oncologista, bioeticista, professor e autor de “Eat Your Ice Cream”, publicou um artigo no site da Time (time.com) sobre o tema. Emanuel sugere esquecer o janeiro seco e propõe uma abordagem diferente da questão.

Nesses casos, para que o vinho fique devidamente conservado, são utilizadas máquinas dosadoras especiais, as já conhecidas Enomatic, e também um acessório que é bem mais acessível para o estabelecimento, o Coravin, que permite extrair a bebida sem abrir a garrafa. Trata-se de uma agulha fina, longa e oca que é introduzida pela rolha, impedindo a oxigenação do líquido. Ademais, a localização de muitos mosteiros em regiões de clima e solo ideais contribuiu para o reconhecimento de “terroirs” específicos, uma noção que ainda hoje é fundamental no mundo do vinho.

A evolução do consumo consciente no mundo do vinho

Na China que se abre ao capitalismo global, o vinho é visto como um marcador de ocidentalização e riqueza, funcionando como um projeto nacional que busca afirmar uma forma distintamente chinesa de engajamento com a modernidade. Para os chineses, o consumo de vinho tem um valor simbólico importante para as classes emergente pois reflete um comportamento de consumo identificado com as camadas mais ricas da população. Além de que, para a cultura chinesa, o vermelho do vinho tinto é considerado uma cor da sorte, facilmente associada ao governo comunista, enquanto os vinhos brancos de tons amarelos estão associados ao ouro e as riquezas (Banks y& Overton, 2010, p. 64). A ideia central que podemos encontrar nos argumentos de Attilio Scienza e John Gladstones diz respeito ao embate entre o “velho” e “novo” mundo do vinho.

Nosso cuidado esteve tanto no desenvolvimento do produto quanto em uma comunicação clara e transparente, que explica o que é um vinho desalcoolizado e como ele se diferencia de um produto zero álcool”, afirma. Durante séculos, o vinho foi definido por dois pilares indissociáveis, terroir e álcool. As transformações no comportamento do consumidor, com maior atenção ao bem-estar e ao consumo consciente, abriram espaço para novas experiências. Atenta a esse movimento global, a Luiz Argenta investiu em pesquisa, tecnologia e inovação para oferecer uma experiência autêntica de vinho, sem abrir mão de sua essência. A Vinícola Luiz Argenta anuncia um marco histórico para o vinho brasileiro com o lançamento da coleção L.A. Zero, projeto pioneiro de vinhos e espumantes desalcoolizados desenvolvido a partir de tecnologia italiana de alta precisão inédita no país.

O “primeiro concurso internacional de vinhos” de que se tem notícia foi organizado pelo rei Filipe Augusto, da França, por volta de 1220. Na ocasião, ele queria saber qual era o melhor vinho do mundo e mandou seus mensageiros buscarem bebidas por todas as partes do globo. A prova, que elegeu o vinho do Chipre – provavelmente o Commandaria –, foi eternizada no célebre poema de Henry d’Andeli.